Levantamento mostra que seguro por invalidez ainda é pouco utilizado

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46% dos clientes incluíram a cobertura no seguro de vida

A 4ª edição da pesquisa anual de Preparo para a Aposentadoria (The Aegon Retirement Readiness Survey: Inspiring a world of habitual savers) realizada pelo grupo Aegon, parceira global da Mongeral Aegon no Brasil, mostra como as pessoas em 15 países estão se preparando para a aposentadoria. Foram 16 mil entrevistados em fevereiro deste ano. O Brasil alcançou uma nota mediana de 6,7 no nível de preparo de acordo com um índice criado pela seguradora, que atribui notas de 0 a 10 para os países pesquisados.

Entre os quesitos avaliados para gerar esta nota está um planejamento financeiro que considere imprevistos que venham a afetar a geração de renda até a aposentadoria. O seguro por invalidez é a 5º opção como plano B para os 1 mil entrevistados brasileiros: 57% afirmam que se for necessário interromper o trabalho por longo período ou não conseguirem mais gerar renda até a idade da aposentadoria, vão contar apenas com suas economias. Outros 24% afirmaram que vão depender da renda do cônjuge, 19%, do seguro por invalidez, 18%, da venda de um bem, como imóvel, e 18% possuem apenas o seguro de vida como plano B.

A parceira brasileira do grupo Aegon, Mongeral Aegon, realizou um levantamento utilizando um recorte de 300 mil clientes de todos os estados para avaliar como está a atenção para a contratação de proteção por invalidez, tendo em vista o resultado do estudo global. O levantamento mostra que menos da metade dos clientes, 46%, optaram pela cobertura por invalidez no seguro de vida.

Na avaliação por estado, alguns ficaram abaixo da média. No Rio de Janeiro, por exemplo, apenas 28% das pessoas optaram pela cobertura em caso de invalidez.

Estados acima da média do levantamento Mongeral Aegon: Acre, Goiás, Minas Gerais, Mato Grosso, Piauí, Paraná, Rondônia, Roraima, Rio Grande do Sul, Santa Catarina e Tocantins possuem o maior percentual de pessoas protegidas por um seguro de invalidez, que ajudará a manutenção do padrão de vida caso algum imprevisto comprometa a geração de renda até a aposentadoria.

Estados abaixo da média no levantamento Mongeral Aegon: Alagoas, Amazonas, Bahia, Ceará, Distrito Federal, Espírito Santo, Maranhão, Mato Grosso do Sul, Pará, Paraíba, Pernambuco, Rio Grande do Norte e Sergipe possuem o menor percentual de pessoas protegidas por um seguro de invalidez para o caso de algum imprevisto comprometer a geração de renda até a aposentadoria.

CQCS

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