Mesmo com queda de “popularidade”, ainda vale a pena comprar PCs?

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As vendas dos computadores de mesa despencam a cada dia. Com smartphones e tablets ganhando mais funções e notebooks e ultrabooks permitindo o fácil transporte, os tradicionais PCs perderam espaço –mas ainda podem valer a pena para determinados tipos de pessoas.

Além de usuários corporativos, desktops ainda podem ser úteis a famílias que buscam uma máquina para uso comum, com pequeno custo de manutenção e preços levemente menores do que os dos portáteis, quando ambos têm requisitos de hardware semelhantes.

De acordo com a consultora independente de hardware Simone Guerreiro, o desktop é uma solução válida para quem deseja uma boa relação custo-benefício. “Pessoas que não precisam ou já tem dispositivos móveis podem adotar PCs de mesa como instrumento de trabalho”, completa Raquel Martins Braga, gerente de marketing para consumidor final da Dell Brasil.

“Ao levar em consideração a mesma faixa de preço, PCs de mesa oferecem tecnologia de processamento igual ou superior a notebooks e tablets”, diz Raquel. “O que encarece um desktop é o tamanho do monitor que pode acompanhá-lo”, aponta Samuel Rodeghiri, diretor de produtos da Positivo. Se um usuário já tiver a tela, a máquina sai mais em conta do que um notebook do mesmo porte.

Além do desempenho, os desktops garantem manutenção fácil, graças à sua natureza modular. Simone destaca que mão de obra e peças são, em geral, mais baratas do que as de notebooks, por exemplo. “Quando o assunto é rapidez na resolução de problemas, PCs de mesa também oferecem vantagem. Enquanto a manutenção pode ser feita em algumas horas, portáteis precisam de dias para serem consertados”, explica a especialista.

De acordo com os entrevistados pelo UOL Tecnologia, PCs tendem a durar mais do que os eletrônicos de pequeno porte – já que não tem apelo de mobilidade. “Máquinas de mesa são menos suscetíveis a quedas e acidentes de transporte”, diz Raquel.

Valores
Na prática, é possível analisar a diferença de preços em comparadores da internet, como o UOL Shopping (https://shopping.uol.com.br). Ao separar, por exemplo, R$ 1.500 para comprar um computador de uma marca conhecida, percebe-se a diferença de hardware entre um PC de mesa e um notebook.

Com o valor, ao optar pelo desktop, o usuário conseguirá uma máquina com processador de 3.4 GHz, 4 GB de RAM e 096 MB 1 TB de armazenamento (sem monitor). Se desejar um notebook de 14 polegadas, terá nas mãos uma máquina com processamento de 1.7 GHz, 4 GB de RAM e 500 GB para guardar seus documentos.

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