Empresas apostam em tecnologia para combater roubo de cargas

Foto Ilustrativa
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De acordo com dados da Secretaria da Segurança Pública de São Paulo, os roubos de carga subiram quase 20% na comparação entre abril deste ano e o mesmo período de 2014. No Estado, a alta foi de 8% e, no acumulado do ano (janeiro a abril), o aumento foi de 9%, enquanto na capital paulistana chegou a 18%.

Diante disso, as empresas estão investindo em tecnologia e planos estratégicos para gerenciamento de risco. “O GR tem como objetivo identificar e neutralizar os diversos fatores que juntos podem resultar em uma perda, seja patrimonial ou até mesmo de uma vida”, diz Cyro Buonavoglia, presidente da Buonny Projetos e Serviços.

O executivo explica que, no setor de transportes, o serviço tornou-se indispensável para as operações logísticas, pois busca minimizar qualquer perda ou dano. Por conta disso, algumas ações são importantes neste processo, como análise do perfil do motorista, plano de rotas, rastreadores, central de monitoramento e treinamento das pessoas responsáveis pela operação.

“Com essas ações, o gerenciamento de riscos auxilia a transportadora a cumprir o compromisso de entrega das mercadorias ao seu destino, ao embarcador a preservação da marca e a manutenção do seu market share, e à seguradora, possibilita o equilíbrio do índice de sinistros e prêmios, viabilizando melhores taxas de seguros. Assim, a qualidade da operação depende do nível de gerenciamento implantado”, explica Buonavoglia.

Caso recente

Uma operação em Minas Gerais recuperou uma carga avaliada de eletroeletrônicos avaliada em R$ 850 mil, que tinha como destino a cidade de Uberaba. A operação foi executada pela Central BuonnySat de monitoramento 24 horas e apoiada pelos Departamentos de Inteligência e Pronta Resposta da companhia.

Por meio de ações e informações fornecidas pela Central e com auxílio dos Órgãos de Segurança Pública, a equipe de Pronta Resposta localizou o veículo e a carga em uma estrada de terra a aproximadamente 20km do local da ocorrência.

Após ficar sob o poder dos criminosos, o motorista foi abandonado sem sofrer agressões físicas. O caso foi registrado na 158° Companhia Militar de Uberlândia.

Revista Apólice

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